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Quem Somos Quem Somos

Criada em 8 de julho de 1999 por iniciativa de Dom Carmo João Rhoden, bispo diocesano de Taubaté, tinha por objetivo primeiro poder abrigar sob sua propriedade a Rádio Cultura que estava em processo de aquisição pela Diocese.  A Radio seria então adquirida com recursos da Diocese e doada à Fundação Dom Couto, esta teria além dos fins radiofônicos e televisivos um objetivo maior, ou seja, ser o braço social da Diocese de Taubaté. Junto à Fundação seriam agregados a Cáritas Diocesana, apoio às entidades beneficentes ligadas à Igreja Católica além de desenvolvimento de atividades sociais por iniciativa própria e em parceria  com a Rádio Cultura de Taubaté.

Contando com a colaboração de Dom Antonio Afonso de Miranda, bispo emérito de Taubaté,o então Padre Benedito Beni dos Santos, hoje Dom Beni, Bispo de Lorena e Mons. Irineu Batista da Silva, foi adquirida a Rádio Cultura e posteriormente transferida sua propriedade para a Fundação, agora criada e sob a presidência de Padre Hugo Bertonazzi. Passaram  pela presidência da Fundação, Cônego Amancio Calderaro Junior, Mons. José Eugenio de Faria Santos e atualmente Cônego Geraldo Carlos da Silva.

Cônego Geraldo, conhecido pelo dinamismo e espírito arrojado, tendo demonstrado toda sua força empreendedora e de liderança frente á Paróquia São José Operário na década de 80 e, por 25 anos à frente de pujante Paróquia São Vicente de Paulo em Moreira César – Pindamonhangaba, assumiu a presidência da Fundação Dom Couto e não mede esforços para concretizar projetos que parecem fervilhar em sua mente.  O jeitão mineiro de quem nasceu em Borda da Mata-MG ajuda a camuflar toda a capacidade desse notável compositor musical com diversos CDs gravados, livro escrito, produtor artístico e como gosta de ser reconhecido, um Padre amigo, perto dos pobres e de seus paroquianos.

Fundação Dom José Antonio do Couto é uma entidade sem fins econômico regularmente instalada, na qual a renda é aplicada exclusivamente em prol da sociedade, por meio de serviços de natureza assistencial, com os fins a seguir expostos:

  • Formação cívica, moral, cultural, religiosa, artística, literária, científica do povo
  • Desenvolvimento projetos de natureza cultural, sócio-cultural, social, atuação em projetos de defesa do meio-ambiente, conservação e restauração de patrimônios históricos.

Para atingir suas finalidades deverá:

  • Observar os princípios da moralidade, legalidade impessoalidade, publicidade, economicidade e eficiência;
  • Adotar práticas de gestão administrativa necessárias para coibir a obtenção de forma individual ou coletiva, de benefícios ou vantagens pessoais, em decorrência da partição no respectivo processo decisório.